Olá, somos alunos da Escola Secundária de Penafiel e decidimos no âmbito da disciplina de Área de Projecto criar este blogue sobre o Bullying. Escolhemos este tema porque é um fenómeno recente na nossa sociedade, pelo que ainda pouco aprofundado. Consideramos tratar-se de um problema que merece a atenção e envolvimento de todos, de forma a combater este problema, pois todos devem estar alerta, pois o bullying é um problema grave à escala mundial, que pode levar por exemplo à depressão, à perda de auto-estima e, em última instância, ao suicídio, conhecido por “bullycide” e assim perante estas consequências encontrar um modo de resposta a uma variedade de factores externos pertencentes ao mundo da vítima.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Casos Reais de Bullying!

Exemplo do Jeremy:

Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos actos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.



- Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam e em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de bullying.

- Em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês. A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.

-A mãe de uma criança de 10 anos de Mirandela queixou-se à Lusa que o filho está a ser vítima de bullying, motivo pelo qual a criança se recusa a ir à escola e está a ser medicada e acompanhada por um psicólogo.
Esta quarta-feira, Graça Caldeiras não foi trabalhar para acompanhar o filho em mais uma consulta no psicólogo que, segundo disse, conseguiu arranjar no centro de saúde, já que «a psicóloga da escola não tinha tempo para o atender». 
 Graça garante, todavia, que há na escola «alguns casos de agressões dos mais velhos (alunos dos CEF, cursos de formação e educação) aos miúdos» e que o filho é uma das vítimas, situação que se arrasta desde Janeiro, no início do segundo período escolar.
«Chega ao portão da escola e parece que muda, é outra pessoa», disse, sobre o «medo» que diz que o filho tem e que tem provocado que falte às aulas, como aconteceu nos últimos dois dias.
A mãe sustenta que «com medo de que lhe voltassem a bater», o filho não lhe quis contar o que se passava, mas que desconfiou numa ocasião em que lhe deu, como habitualmente dinheiro para comer e a criança depois já não o tinha.
Segundo disse, «bateram-lhe para lhe tirar o dinheiro e ameaçaram-no», tendo, por isso, chegado a receber tratamento hospitalar.
Graça disse também que a polícia tomou conta da ocorrência no hospital como «agressão».

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